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A casa caiu, Jandira Feghali é citada na Lava Jato em delação premiada

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O site de notícias Antagonista revelou que na delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado surgiu o nome da deputada do PCdoB do Rio de Janeiro Jandira Feghali.

A TV Globo confirmou a informação. Segundo Sérgio Machado, Jandira Feghali pediu ajuda diretamente a ele, que conseguiu dinheiro junto à empreiteira Queiroz Galvão, investigada pela Lava Jato por pagamento de propina a políticos e funcionários da Petrobras.

Na delação, o nome de Jandira Feghali aparece como recebedora de recursos captados por Sérgio Machado junto a empresas fornecedoras da Transpetro. O dinheiro seria uma contribuição eleitoral oficial para suas campanhas. Em um discurso no Plenário Jandira disse que as doações são públicas e registradas e os pedidos foram transparentes.

“Eu sempre primei por uma história muito clara na minha vida, é uma história de luta, e os financiamentos empresariais que vieram para o PCdoB, ou para as nossas campanhas, têm relação com as nossas lutas e com os setores que nós defendemos.

No entanto nada tem a ver isso com influência em licitação, desvio de licitação, propina, corrupção, enriquecimento ilícito ou crescimento de patrimônio”, argumentou.

Jandira Fegahli reforçou para a TV Globo que nenhum recurso da Queiroz Galvão foi para campanha dela a partir de contato com Sérgio Machado e reafirmou que todas as doações feitas para a campanha são legais, públicas e aprovadas pelos tribunais.

A Queiroz Galvão informou que realizou, em 2014, doações legais e registradas oficialmente, à campanha eleitoral da deputada Jandira Feghali.

Cunha ameaça Temer: "Se eu cair levo junto 150 deputados, um senador e um ministro"

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O deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está na linha de tiro da procuradoria-geral da República e do Supremo Tribunal Federal, mandou um recado ao presidente interino Michel Temer: se eu cair, sairei atirando.

Cunha disse ainda que leva com ele 150 deputados, um senador e um dos ministros mais próximos a Temer.

Na semana passada, Cunha temia ser preso, sua esposa Cláudia Cruz se tornou ré, em Curitiba, ao alcance do juiz Sergio Moro, e uma nova denúncia contra ele foi oferecida.



Em editoriais publicados neste fim de semana, Globo e Estado de S. Paulo cobraram de Temer que não faça nenhum gesto para salvar seu principal aliado.



Ministério Público pede a prisão preventiva do ex-presidente Lula

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Ministério Público pede a prisão preventiva do ex-presidente Lula.

Para eles, Lula é considerado uma ameaça à ordem pública. Os promotores detalharam a denúncia do caso do triplex no Guarujá. Por considerar que Lula é uma ameaça a ordem pública, promotores do Ministério Público de São Paulo pediram a prisão preventiva do ex-presidente.

Em entrevista coletiva, eles detalharam a denúncia contra Lula no caso do apartamento triplex, no Guarujá. Lula, a mulher dele e mais 14 pessoas foram denunciadas criminalmente.
O processo de investigação que durou sete meses foi resumido pelos promotores em menos de duas horas. No documento de quase 180 páginas, eles detalharam a investigação.

O objetivo da denúncia, segundo o Ministério Público de São Paulo, "é exatamente apontar as irregularidades perpetradas pela Bancoop quando protagonizou a transferência dos empreendimentos imobiliários para a OAS Empreendimentos S.A. gerando, consequentemente, prejuízos significativos tanto materiais quanto morais a milhares de famílias e, em contrapartida, produzindo atos de lavagem de dinheiro para ocultar um triplex do ex-presidente Lula e da mulher Marisa".

"A Bancoop era uma cooperativa de fachada, uma verdadeira organização criminosa que se valeu de inúmeras empresas fantasmas que desviaram dinheiro na boca do caixa", diz o promotor José Carlos Blat. O MP afirma que "esse esquema criminoso perpetrado pelo núcleo Bancoop e repetido pelo núcleo OAS, gerou sofrimentos e angústias a 7.138 famílias.

Os promotores afirmam que em 27 de outubro de 2009, João Vaccari Neto, ex-presidente da cooperativa, resolveu transmitir os direitos imobiliários da Bancoop à OAS e que isso foi feito com pré-concebida a ideia de favorecimento ao ilustre petista, referindo-se ao ex-presidente.

 O Ministério Público paulista também pediu a prisão preventiva do ex-presidente Lula e de mais seis pessoas. Da OAS, o ex-presidente da construtora, Léo Pinheiro, e os executivos Fabio Yonamine e Roberto Moreira Ferreira; João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT e ex-presidente da Bancoop, e de dois ex-diretores da cooperativa, Ana Maria Érnica e Vagner de Castro. No documento que complementa a denúncia, os promotores destacam um trecho do código de processo penal que diz que: "a prisão preventiva poderá ser decretada, como garantia da ordem pública, da ordem econômica e para assegurar a aplicação da lei penal". Em outro trecho, os promotores afirmam que o ex-presidente "atentou contra a ordem pública ao desrespeitar as instituições que compõem o sistema de Justiça".

Os promotores falam da possibilidade de fuga por parte de Lula e citam também a visita da presidente Dilma Rousseff a Lula, no último sábado, dia 5 de março. "A sociedade civil, a imprensa livre e as instituições públicas assistiram, surpresas, a uma presidente da República, em pleno exercício de seu mandato, interromper seus compromissos presidenciais para vir a público defender pessoa que não ocupa qualquer cargo público", diz o documento. O Palácio do Planalto não quis comentar. O advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins, divulgou uma nota, afirmando que o motivo apresentado pelo Ministério Público de São Paulo para pedir a prisão de Lula claramente revela uma tentativa de banalização do instituto da prisão preventiva.

O advogado disse ainda que o Ministério Público buscou amordaçar um líder político, impedir a manifestação do seu pensamento e até mesmo o exercício de seus direitos. Enquanto os promotores recebiam a imprensa, o ex-presidente Lula participava de uma reunião com sindicalistas, dirigentes do PT e o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, sobre a política econômica do governo. O presidente nacional do PT, Rui Falcão, criticou o pedido de prisão.

Romário é suspeito de receber caixa dois de empreiteira do petrolão, diz PGR

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A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal para investigar o senadorRomário(PSB-RJ) pela suspeita de receber caixa dois de campanha na eleição de 2014. De acordo com a investigação, a suspeita é que a empreiteira Odebrecht supostamente deu R$ 100 mil ao senador.

 Registrada no STF como a petição 6.052, a investigação sigilosa ainda é inicial e caberá aos aos procuradores levantar provas se de fato houve pagamentos ao senador. Ele nega.

O indício surgiu a partir de mensagens de celular trocadas entre Marcelo Odebrecht e seu subordinado Benedicto Barbosa da Silva Júnior, logo após a eleição de 2014.

Benedicto é um dos principais executivos da Odebrecht e ganhou notoriedade por manter um controle de valores ligados a mais de 200 políticos. Assim como o chefe Marcelo Odebrecht, ele chegou a ser preso pela Lava Jato.

As conversas foram apreendidas pela Polícia Federal na fase da Operação Lava Jato que prendeu Marcelo Odebrecht.

Japonês da Federal é preso em Curitiba por facilitar contrabando

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A Polícia Federal (PF) prendeu ontem (7), em Curitiba, o policial federal Newton Ishii, conhecido popularmente como Japonês da Federal, que ficou conhecido ao conduzir presos da Operação Lava Jato.

Ele está detido na Superintendência da PF para cumprir mandado expedido pela Vara de Execução Penal da Justiça Federal de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. Newton foi condenado a quatro anos e três meses de prisão em virtude da Operação Sucuri, deflagrada em 2003, que investigava o envolvimento de 19 agentes na entrada de contrabando no país através da fronteira com o Paraguai.

A defesa do Japonês da Federal chegou a recorrer da condenação, mas o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o recurso na semana passada. A partir da Operação Sucuri, foram abertos três processos contra Newton, um na esfera criminal, outro administrativo e um terceiro por improbidade administrativa. Eles tramitam sob segredo de justiça.

 A Agência Brasil entrou em contato com o escritório do advogado Oswaldo Loureiro de Mello Júnior, que defende o Japonês da Federal e outros 14 réus da operação, mas o criminalista não retornou as ligações. Operação Lava Jato O policial federal Newton Ishii foi citado durante conversa gravada entre o ex-senador Delcídio do Amaral; o filho de Nestor Cerveró, Bernardo Cerveró; e o advogado Edson Ribeiro.

O diálogo foi divulgado em novembro do ano passado e levou à prisão de Delcídio Na conversa, o ex-senador se refere ao agente federal como “policial bonzinho”. Em seguida, Edson afirma que “o japonês” seria o carcereiro da PF responsável pelo vazamento de informações sigilosas da Operação Lava Jato para a imprensa.

Minutos depois, o advogado chega a citar o nome de Newton. Diálogos Veja abaixo a transcrição dos trechos da gravação em que o agente é citado:

 DELCÍDIO: Alguém pegou isso aí e deve ter reproduzido. Agora quem fez isso é que a gente não sabe.

 EDSON: É o japonês. Se for alguém, é o japonês. 

DIOGO: É o japonês bonzinho. DELCÍDIO: O japonês bonzinho?

 EDSON: É. Ele vende as informações para as revistas.

 BERNARDO: É, é.

 DELCÍDIO: É. Aquele cara é o cara da carceragem, ele que controla a carceragem.

 BERNARDO: Sim, sim. (...)

 EDSON: Só quem pode tá passando isso, Sérgio Riera. 

BERNARDO: Mas eu já cortei...

 EDSON: Newton e Youssef.

 DELCÍDIO: Quem que é Newton? BERNARDO: É o japonês.

 EDSON: E o Youssef, só os dois. [vozes sobrepostas] O Sérgio, porque o Sérgio traiu...

 BERNARDO: Sim. Ele fez o jogo do MP, assinou. Tá..tá (...)

 EDSON: Quem é que poderia levar isso pro André?

 BERNARDO: Eu acho que é carcereiro. O cara dá 50 mil aí pra você.

 EDSON: A gente num entende, pô! BERNARDO: Carcereiro, Newton... os caras são muito legais.

Romário emprega parentes, namorada e amigos em secretaria municipal do Rio

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Romário (PSB) montou seu time na Secretaria municipal de Esporte e Lazer (Smel). Lá, o senador empregou a irmã, Zoraidi Faria, o sobrinho, Leonardo Faria, a namorada, Daiane Cattani, e pelo menos cinco amigos: Marcelo Correia Coutinho, Hércules de Souza Simões, Roberto Vilela de Abreu Pereira, João Daniel Bove Gomes de Souza e Ayrton Gomes Jardim Júnior. Romário ainda é o responsável pela indicação de Marcos Braz, em janeiro de 2015, como secretário da pasta — após um acordo feito com o PMDB para não se candidatar à prefeitura.

Daiane, namorada do ex-jogador, foi nomeada em março de 2015 e exonerada em janeiro de 2016. A Smel informou que ela não trabalha lá desde essa data. No entanto, o EXTRA tentou contato telefônico com a pasta na tarde desta quarta-feira , e foi informado que Daiane já teria ido embora e voltaria no dia seguinte, às 9h. A moça também postou duas fotos, esta semana, numa mesa de trabalho de dentro da Prefeitura do Rio — no entanto, é impossível identificar em qual secretaria ela estava. Não há no Diário Oficial uma segunda nomeação de Daiane. A Casa Civil da prefeitura não soube informar onde ela trabalha.


Já Zoraidi, irmã do senador, é contratada pela Organização Social Espaço, Cidadania e Oportunidades Sociais (Ecos). Segundo o Diário Oficial, a OS é responsável pela administração da Vila Olímpica Oscar Schmidt, em Santa Cruz.



O EXTRA conseguiu contato com Zoraidi na sede da Smel no Recreio. Ela, no entanto, desligou o telefone sem responder a nenhuma pergunta. Romário também foi procurado para comentar o caso, mas não respondeu aos questionamentos de EXTRA.


E Daiane não atendeu às ligações nem respondeu às mensagens enviadas pela reportagem através das redes sociais. Já a pasta afirmou que o secretário Marcos Braz “se relaciona de alguma forma com eles há mais de dez anos”, mas não negou que haja influência de Romário nas nomeações.

Pasta alega resultados

A Smel afirmou que a performance alcançada na gestão de Marcos Braz “foi muito superior aos resultados que ela alcançava em anos anteriores”. De acordo com a nota, o órgão superou a meta de 30% de aumento no número de alunos da rede municipal de ensino matriculados nos projetos das Vilas Olímpicas e do Rio em Forma Olímpico:

“A média mensal de matriculados neste ano foi de 33.488 alunos, com pico de 45.898 pessoas matriculadas no mês de outubro. Este contingente de matriculados gerou um número médio de 509.218 atendimentos mensais. Ou seja, um aumento de 5,95% em relação à 2014”.

Informações do Portal EXTRA

Ministro Kassab terá que explicar fusão de ministérios em audiência no Senado

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O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, terá que explicar a fusão dos ministérios das Comunicações e da Ciência e Tecnologia, ocorrida com o início do governo interino de Michel Temer. O ministro vai participar na próxima terça-feira (7) de uma audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado, quando o assunto será questionado.

Segundo o presidente da comissão, senador Lasier Martins (PDT-RS), a fusão gerou uma contrariedade muito grande na comunidade científica. “Queremos saber se não vai ficar mais fraco ainda do que já está, se não prosseguirá tão grande o descaso que já ocorre nos últimos governos com relação à aplicação de verbas para pesquisas. Queremos tirar isso a limpo”, disse Lasier à Agência Brasil.

Recentemente, em reunião com representantes do setor de radiodifusão, o ministro Kassab defendeu a fusão dos dois ministérios, justificando que existe sinergia entre as comunicações, a ciência, a inovação e a pesquisa.

Durante a audiência pública, os senadores também vão questionar o ministro sobre a destinação dos 14 fundos setoriais para a ciência e tecnologia, especialmente o Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia e Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel). “Descobrimos que nos últimos cinco anos a soma desses fundos já chegou a R$ 21 bilhões das empresas contribuintes. Mas apenas 13% foram realmente usados para investigações científicas e tecnológicas”, disse Lasier.

Para o senador Lasier, é fundamental que se valorize o setor de pesquisa e inovação no país. “Essa é uma matéria estratégica para o desenvolvimento do Brasil. Hoje vivemos muito de exportação de carne, soja, mas o que dá dinheiro para o país é a agregação de valor, que se consegue através das inovações”, acrescentou.

O governo Temer terá que explicar ao Supremo Tribunal Federal as mudanças administrativas implantadas. Uma ação do PDT questiona os limites da atuação do presidente interino para nomear novos ministros e fazer alterações na estrutura do Executivo após o afastamento de Dilma Rousseff no processo de impeachment.